THE BIBLE

Toda semana um novo THE BIBLE

Domingo, 08 de dezembro de 2024 – tarde quente de verão

Texto-base: Mateus 6:19-33

Objetivos

1 – Conscientizar a respeito do consumo exagerado;
2 – Compreender a diferença entre o real e o virtual;
3 – Apresentar o minimalismo como um modo de vida.

O consumo exagerado

Antes de introduzirmos o consumismo, reflitemos na percepção do Apóstolo Paulo acerca da maldade, compartilhada a Timóteo: “o amor do dinheiro é a raíz de todos os males” (1TM 6:10A). O consumismo não é pecado “apenas” pela falta de domínio próprio ou como fruto da estultícia humana, antes, pode ser caracterizado como idolatria.

O consumo exagerado tem como premissa a ânsia por satisfação fora de Cristo. Essa demanda (por satisfação) pode advir da necessidade de pertencimento a determinado grupo social, suprimento de uma necessidade ou fuga dos problemas diários, e até mesmo prazer nas posses. Independentemente da razão por detrás, todas mascaram a mesma realidade: satisfação fora de Cristo.

Como somos bombardeados pelo consumismo? O tópico a seguir responde.

O virtual e o real

Diariamente, publicidade sob publicidade, atacam-nos em todos os momentos e lugares. Somos atraídos pela visão, audição, olfato, paladar e tato – às vezes, por mais de um ao mesmo tempo. Somos “vigiados” e “seguidos” pelas empresas através do nosso smartphone – não, isso não é conspiração ou seja lá o que for, nós aceitamos sermos seguidos e vigiados ao “aceitarmos os termos” de um app sem nem ao menos lê-lo – razão da instituição da LGPD e pressões sociais por privacidade.

A pergunta que recai sobre nós é: “eu preciso ou eu quero?”

Confundimos nossas necessidades com nossos desejos, porém as Escrituras nos promete satisfação de um e nos exorta a suprimirmos a outro, respectivamente: “Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e TODAS ESSAS COISAS VOS SERÃO ACRESCENTADAS” MT 6:33 – que coisas? R: MT 6:31; “E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, NEGUE-SE A SI MESMO, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.” LC 9:23

O estudo e o suprimento das necessidades humanas não foi originada na Europa no período da pós-modernidade ou na Grécia pelo eruditos, mas foi esboçada por Deus na fundação do mundo e manifestado em GN 1:26-31.

Nos anos 50, surge a Teoria da Motivação Humana com a chamada “Pirâmide de Maslow” – mostrar a pirâmide e explicar a divisão e objetivo.

Dada as necessidades e desejos realistas, a questão é: “como suplantamos o consumismo para que ele não seja a saída imediata às necessidades humanas? O tópico a seguir responde.

Minimalismo, como modo de vida

Apresentado como antônimo do consumismo, o minimalismo surge como estilo de vida baseado na necessidade humana e funcionalidade dos objetos. Ou seja, é a posse de bens que supram nossas necessidades e que ao mesmo tempo, tenham funcionalidade diária.

Ainda que o minimalismo seja o “herói” contra um mundo engodado pelo consumismo, devemos estar atentos para que não o tenhamos como ídolo também, e caiamos no outro extremo. Assim como o consumismo – e qualquer outra filosofia/estilo de vida, é recheada de “artefatos” culturais que nos levam a te-lo como verdade absoluta ou salvador. O minimalismo não é diferente em suas engenharia filosófica/cultural que o veganismo, patriotismo, consumismo ou quer ideologia. O difere-o é o cerne, o conteúdo, mas a estrutura é a mesma. Portanto, que busquemos em Deus a saída de todos os problemas, a cura de todas as mazelas e o suprimento de todas as necessidades.

Saibamos viver de maneira equilibrada, santa e inspirados pelo Espírito Santo, discernindo entre a realidade humana à luz das Escrituras e à ilustrada na sociedade contemporânea, usando dos recursos provenientes do mundo (dadas pelo Senhor) mas não permitindo que eles nos suplantem e faça-nos seguidos de um movimento A ou B.

Lembremo-nos: Vivemos neste mundo, mas não somos deste mundo. E sigamos a orientação do Apóstolo Paulo aos Romanos: “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”

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