THE BIBLE

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Domingo, 16 de novembro de 2025 – dia nublado e chuvoso de primavera

Texto-base: João 3:22-36

Objetivos

1 – Estudar sobre o ciúme e os perigos de arder em ciúme;
2 – Explicar como vencer o ciúme;
3 – Abordar o amor como elemento libertador do ciúme.

Comentário introdutório

A priori, quanto ao texto-base, é importante clarificar que o sujeito “Aquele” citado no texto, é o próprio Cristo – conforme João 1:7,15,27 e 34.

Sobre o ciúme

Etimologicamente, o termo “ciúme” no AT em Hebraico e no NT em Grego, diferente da conotação trazida à lingua portuguesa, tem dupla conotação, ora positiva quando diz respeito ao zelo justo, ora pejorativa, quando é aplicada às causas de inveja – inclusive é o termo utilizado em Galatas 5:20 quando mencionado sobre as obras da carne.

Os perigos de “arder” em ciúme

O extremo do ciúme, fere às Escrituras e a pessoa de Deus, visto que é posto como pilar da vida do indivíduo, destronando o Senhor de nossos corações e quebrando o 1° Mandamento da Lei de Deus: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Êxodo 20:3; Mateus 22:37). Além de ferir princípios, ele gera danos físicos (ao deter a posse do outro), emocionais (sob controle excessivo) e material (ao destruir tudo o que é do outro, caso ele não “siga as regras”). Por fim, é doentio, e não podemos nos submeter a uma relação como essa, nem mesmo ser agente do ciúme.

Superando o ciúme

O primeiro passo à superação é a confissão – 1 João 1:9-10. Logo em seguida da oração para que o Senhor deposite sobre nós o domínio próprio – fruto do Espírito disposto em Gálatas 8. Cercar-nos de irmãos piedosos e maduros para aconselhamento, e finalmente, buscar apoio em consultas médicas psicológicas.

O verdadeiro amor é libertador

O amor ideal, mesmo num cenário de queda, é o bíblico. Paulo, escrevendo aos coríntios, menciona o amor ideal: “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo conhecimento, desaparecerá” – 1 Coríntios 13:4-8.

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